Ideias Inicias Para a Organização da Dramaturgia

Muitas dúvidas ainda me seguem em relação à dramaturgia da encenação. Já tive algumas ideias a respeito, depois fui as rechaçando e substituindo por outras e outras e outras de tal modo que, hoje, o que posso falar objetivamente sobre o assunto é que: 
1. A peça será dividida em quadros, sendo cada quadro pertencente a uma das 3 categorias a seguir:
• A Máquina que pensa – quadros cujo tema central estão relacionados às realizações intelectuais de Turing.
• A Máquina que ama – quadros cuja temática gira em torno dos relacionamentos amorosos de Turing.
• A Máquina que come maçãs. – quadros com temas diversos aos das duas categorias anteriores.
2. Como se vê, facilmente, as três categorias se referem às orações que compõem o título da obra. Os quadros de uma mesma categoria serão construídos a partir de uma atmosfera semelhante, definida basicamente pela iluminação e sonoplastia utilizadas nos quadros, de tal modo que os espectadores consigam perceber facilmente que há “algo” em comum entre os quadros de uma mesma categoria.
3. Os quadros não serão organizados numa ordem cronológica de acontecimentos. Cada quadro será escrito e ensaiado individualmente e a ordem dos mesmos só será definida posteriormente.
4. Não haverá uma personagem específica para cada ator. Diferentes atores poderão representar uma mesma personagem em diferentes quadros. Além disso, em alguns momentos, os atores deixarão de lado a representação de uma personagem específica, e atuarão como atores rapsodos (narradores).

0 comentários:

Postar um comentário

"Turing acredita que as máquinas pensam

Turing vai para a cama com homens

Portanto as máquinas não podem pensar."