Ensaio 7


Planejamento:
ENSAIO 7
26/09
1
Aquecimento/preparação vocal/corporal (25 min.)
2
Retomada de materiais (20 min.)
2.1
Repetir trecho apresentado na mostra de processos (Prólogo e Capítulo I). Propor mudanças/variações/detalhamentos/ajustes.
2.2
Dar atenção especial à questão da clareza na fala dos atores e atrizes. Explorar possibilidades de abrir mais a boca, falar mais alto, etc.
3
Experimentação com o Capítulo II (15 min.)
3.1
Usando o texto do capítulo II, experimentar a seguinte maneira de se encenar os capítulos “jornalísticos”, que serão intercalados com os “fantasiosos”: 3 narradores leem o texto, enquanto outro realiza alguma ação relacionada ao que se está sendo narrado.
4
Experimentações com o Capítulo III (25 min.)
4.1
Realizar leitura do texto, explorando variações semelhantes às usadas no primeiro ensaio.
4.3
Acrescentar locomoções aos exercícios de leitura.
5
Avaliação e Considerações finais (5 min.)
Considerações:
Como um integrante do elenco não pode comparecer ao ensaio, algumas alterações tiveram que ser feitas em relação ao planejado. Baseado nos comentários feitos pelo professor e colegas da disciplina, experimentei algumas alterações no prólogo, mas optei por não tornar nenhuma mudança definitiva por enquanto.
O Capítulo I não foi repassado, pois seria melhor fazê-lo com o elenco completo (passei a chamar de "capítulo" cada um dos trechos entre o prólogo e o epílogo, aludindo assim ao aspecto narrativo da encenação, como se comparasse a obra a um livro).
Os comentários pós mostras de processo também me fizeram dar uma atenção maior à questão da clareza vocal dos atores e atrizes, assim como a precisão dos movimentos. Insisti bastante nessas questões ao longo do ensaio e algumas melhoras já puderam ser percebidas.
Quanto à proposta do item 3.1, reorganizei-o de tal modo que todos pudessem experimentar um momento lendo e um momento realizando alguma ação. Das 3 ações propostas, uma me agradou mais e penso em partir dela para o trabalho com o capítulo II no próximo ensaio.


Começamos nesse ensaio a trabalhar com um novo texto, correspondente ao Capítulo III, que trata de relação de Turing com o colega Christopher Morcom:
Um belo dia, o menino Turing passeava contente pela floresta, colhendo flores e conversando com os animaizinhos, quando avistou ao longe um príncipe. Aproximou-se lentamente, atraído pela singular beleza daquele jovem rapaz, louro, de olhos azuis, e ficou particularmente encantando ao perceber, chegando bem perto, que saíam-lhe números pelos poros da pele e que seu crânio mostrava-se envolto num glorioso halo de luz incandescente, onde enxergavam-se simpáticas equações de terceiro grau. Disse então que oi, sou Alan Turing, e você?, e ouviu em troca um oi, prazer em conhece-lo, Alan Turing, meu nome é Christopher Morcom. E todos os dias, o menino Alan ia visitar o príncipe Christopher, pois desde que vira aqueles mágicos algarismos emanando de sua pele e desde que notara que as flores da floresta ficavam com inveja do seu cheiro e que cada frase que pronunciava era dividida em intervalos proporcionais à sequência de Fibonacci, não conseguiu mais passar um dia sem vê-lo. E acordava pensando em Christopher e somava pensando em Christopher e multiplicava pensando em Christopher e dividia e fatorava e elevava ao cubo, pensando nele em todos os instantes. Christopher era seu único e melhor amigo, seu príncipe encantado, sua terna paixão, mas por causa dos homens maus e das coisas feias que eles diziam sobre menininhos pecadores que sonham com príncipes ao invés de princesas e que querem inverter a ordem natural das coisas e fazem da porta de saída uma porta de entrada e seguem não os exemplos sóbrios de deus, mas os do diabo, o jovem e frágil Alan não tinha coragem de falar para Christopher sobre todo o amor que sentia por ele. E foi numa segunda-feira de agosto, em que o mundo estava estranhamente silencioso e frio e que os passarinhos não saíram de seus ninhos para o concerto matinal e as orquídeas da varanda pareceram ter esquecido de se perfumar e o café da tarde estava com gosto de guarda-chuva, que Christopher não apareceu. Alan o procurou por todos os cantos da floresta, no oco das árvores e debaixo dos pedregulhos e no fundo do riacho e perguntou à sua amiga raposa e à dona coruja e aos senhores esquilos e a todos os animaizinhos da floresta se por acaso não o tinham visto, mas tudo o que conseguiu obter foram informações imprecisas de um pernilongo que ouvira uma ratazana contar que, senhor, quando acordei para beber água vi um belo moço de olhos azuis tossindo sangue na beira do riacho e em seguida surgiu uma criatura toda de preto, que cheirava a mato seco e que segurava uma enorme foice de aço inoxidável e que disse rapaz, venha comigo, que tenho algo importante a lhe mostrar, e os dois desapareceram por entre as árvores, senhor, e depois disso, tudo o que vi foi que as águas do riacho começaram a subir, pois todos os peixinhos haviam se posto a chorar.

Foram realizados exercícios semelhantes aos realizado no primeiro ensaio com o texto do Capítulo I. 
Nessa segunda fase de ensaios, antes da segunda mostra, os demais integrantes da equipe estarão participando com mais frequência dos ensaios, a fim de já começarmos a organizar os outros elementos da cena. Nesse ensaio, estiveram presentes Gabriela Manso, responsável pelos figurinos; Ariel Oliveira, que trabalhará com a sonorização; e Carina Brys, que cuidará do cenário.

Primeira Mostra de Processos

No domingo, 21 de setembro, aconteceu a 1ª Mostra dos processos da disciplina de Encenação Teatral, onde cada um dos 6 alunos da turma mostrou um trecho do seu trabalho e/ou falou sobre ele.
De "Máquinas que Pensam, que Amam e que Comem Maçãs" foi mostrado o prólogo e uma primeira cena com a experimentação da poética do ator rapsodo, ambos organizados no último ensaio. Além do que já tínhamos definido, propus algumas novas ações, situações, etc, aos atores e atrizes, para que experimentassem no momento da mostra. 
O público pareceu receber bem a proposta do teatro narrativo. Porém ainda há muitos ajustes/detalhamentos a serem feitos com o trecho que foi mostrado. Na próxima mostra, em outubro, pretende-se apresentar uma quantidade maior de cenas e introduzir elementos que não foram utilizados dessa vez, como iluminação, figurinos, cenário e sonoplastia.
Participaram também da mostra os seguintes trabalhos:


Ensaio 6


Planejamento:
ENSAIO 6
19/09
1
Aquecimento/preparação vocal/corporal (25 min.)
2
Trabalho com o prólogo (15 min.)
2.1
Retomar material criado, fazendo ajustes caso necessário.
3
Organizar/partiturizar Cena 1 (60 min.)
3.1
Propor variações/ajustes a partir do que os atores e atrizes forem apresentando.
3.2
Repetir tudo  para fixar.
4
Avaliação e Considerações finais (5 min.)
Considerações:
O sexto ensaio teve como objetivo principal organizar o que seria mostrado na 1ª Mostra de Processos da disciplina, a partir de tudo o que havíamos experimentado nos 5 ensaios anteriores.
Propus algumas alterações no prólogo, simplificando a ideia dos "7 momentos" que eu havia pensado inicialmente. Porém, ainda penso em ainda acrescentar ao prólogo ao menos alguns trechos dos textos da proposta inicial, alguns deles retirados de escritos do próprio Turing:

GENGISCAN
EVELIN
RAISSA
JARDEL
Testando
Atenção
Reiniciando
Deletar
Imprimir relatório
Falha no sistema
Instalação concluída
Analisando dados
A restauração do sistema foi realizada com sucesso
Será necessária a instalação de um novo complemento
Clique para redefinir senha
Os dispositivos serão reconfigurados
Imaginemos as operações realizadas pelo computador sendo decompostas em “operações simples”
Podemos comparar um homem no processo de computar um número real com uma máquina capaz apenas de um número finito de condições
O comportamento do computador em qualquer momento é determinado pelos símbolos que está
Em cada momento há apenas um quadrado que está “na máquina”.
Imaginemos as operações realizadas pelo computador sendo decompostas em “operações simples”, tão elementares que não é fácil imaginá-las sendo ainda mais subdivididas.
Podemos comparar um homem no processo de computar um número real com uma máquina capaz apenas de um número finito de condições ... as quais serão denominadas configurações m.
O comportamento do computador em qualquer momento é determinado pelos símbolos que está observando e por seu “estado mental” naquele momento.
Em cada momento há apenas um quadrado que está “na máquina”. O símbolo no quadrado examinado pode ser chamado “símbolo examinado”.
Imaginemos as operações realizadas pelo computador sendo decompostas em “operações simples”, tão elementares que não é fácil imaginá-las sendo ainda mais subdivididas. Cada operação destas consiste em alguma mudança no sistema físico que consiste no computado e sua fita.
Podemos comparar um homem no processo de computar um número real com uma máquina capaz apenas de um número finito de condições ... as quais serão denominadas configurações m. A máquina dispõe de uma “fita” (o análogo do papel) que a atravessa, dividida em seções (chamadas “quadrados”), sendo cada uma capaz de portar um “símbolo”.
O comportamento do computador em qualquer momento é determinado pelos símbolos que está observando e por seu “estado mental” naquele momento. Podemos supor que haja um limite B para o número de símbolos ou quadrados que o computador pode observar a cada momento.
Em cada momento há apenas um quadrado que está “na máquina”. O símbolo no quadrado examinado pode ser chamado “símbolo examinado”. O “símbolo examinado é o único do qual a máquina está, por assim dizer, “diretamente consciente”.
Experimentamos uma partiturização inicial da 1ª cena propriamente narrativa, pensando em diferentes situações / gestualidades / deslocamentos para cada momento. Muitas coisas ainda precisarão ser resolvidas nessa partitura, a fim de garantir a fluência desejada na narração e na cena como um todo e evitar situações em que os atores ou atrizes ficam sem ter ou sem saber o que fazer.

Ensaio 5


Planejamento:
ENSAIO 5
12/09
1
Aquecimento/preparação vocal/corporal (10 min.)
2
Criação do prólogo (30 min.)
2.1
Retomar material criado.
2.2
Criar resto da partitura vocal.
2.3
Repetir para fixar.
3
Exercícios Ator-rapsodo (15 min.)
3.1
Experimentação de manipulações. Enquanto 2 leem o texto, os outros 2 agem como “boneco” e manipulador, ilustrando o que está sendo narrado.
3.2
Revezamento de funções. Propor variações na qualidade da leitura e dos movimentos realizados pelo manipulador e seu “boneco”.
4
Avaliação e Considerações finais (5 min.)
4.1
Pedir que memorizem para o ensaio seguinte o texto que foi utilizado nos 2 primeiros ensaios.
Considerações:
Como a sala de ensaios estava disponível apenas por 1 hora, nosso quinto ensaio acabou sendo mais curto que os outros e optei por reduzir o tempo do aquecimento, para nos dedicarmos mais ao trabalho com o prólogo e os atores-rapsodos.
Meu objetivo era terminar de organizar a partitura vocal dos sete momentos do prólogo, porém nem todos os atores/atrizes haviam memorizado o texto. Então, estruturamos e fixamos as partituras dos 4 primeiros momentos apenas -  e é esse o trecho do prólogo que pretendo mostrar na primeira mostra de processos, a ser realizada no dia 21/09 (teremos apenas mais um ensaio até lá).
Fizemos uma breve experimentação de um outro artifício utilizado por Nara Keiserman em seu trabalho: as manipulações. Infelizmente, o tempo reduzido nos impediu de atingir resultados mais satisfatórios no que se refere à devida compreensão da proposta por parte dos atores e atrizes e sua consequente entrega à experimentação. Assim sendo, creio que teremos que rever as manipulações num outro ensaio, quando tivermos mais tempo.
O ensaio foi assistido pelo professor da disciplina, Adriano Moraes, que trará suas considerações na próxima aula, dia 18/09.

Ensaio 4


Planejamento:
ENSAIO 4
10/09
1
Aquecimento/preparação vocal/corporal (25 min.)
2
Criação do prólogo (25 min.)
2.1
Relembrar partitura de movimentos.
2.2
Organizar primeira metade da partitura vocal.
2.3
Repetir para fixar.
3
Exercícios ator-rapsodo (70 min.)
3.1
Leitura do texto reexperimentando elementos já vistos nos ensaios anteriores.
3.2
Exercício para compreensão dos diferentes tipos de ouvinte (o que está dentro e o que está fora da cena, o que conhece e o que não conhece a história). Formam-se duas duplas. Cada membro da dupla conta ao outro uma história (real ou inventada) que nenhum dos demais conheça. A seguir, pede-se que os quatro se posicionem em cena e que um por vez conte a história que ouviu do colega. Assim, a cada momento, dependendo de quem estiver narrando, cada ator e atriz experimentará uma posição diferente dentro da cena, sendo ora o narrador, ora um ouvinte que conhece a história, ora um ouvinte que não conhece a história. Pede-se que ao longo do exercício os atores e atrizes percebam claramente a existência de cada uma dessas figuras e que procurem perceber as diferenças na maneira como cada uma delas se comporta em cena. Pede-se ainda que enquanto estiver narrando, cada ator e atriz intercale os momentos em que se dirige aos ouvintes de fora da cena (espectadores) e os de dentro. Ao final do exercício pede-se que comentem as diferenças percebidas entre cada tipo de ouvinte.
3.3
Contar com suas próprias palavras o que foi lido no item 3.1. No momento em que um colega estiver narrando, os demais deverão se comportar como ouvintes que conhecem a história, a partir do que foi percebido no exercício anterior.
3.4
Mesma proposta, narrando ora em terceira pessoa, ora em primeira pessoa.
3.5
Mesma proposta, com um dos atores ou atrizes fazendo comentários sobre o que é narrado.
3.6
Outras variações.
4
Avaliação e considerações finais (10 min.)
Considerações:
No quarto ensaio, demos continuidade à criação do prólogo e realizamos mais alguns exercícios referentes ao trabalho do ator-rapsodo. Como um dos atores não pode comparecer ao ensaio, devido a um problema de saúde, tive que fazer algumas adaptações em alguns exercícios, principalmente o 3.2, concebido inicialmente para ser desenvolvido por das duplas. Tais adaptações acabaram por ser bem sucedidas, não atrapalhando o desenvolvimento dos exercícios. Os exercícios desse ensaio foram mais voltados à compreensão dos diferentes tipos de ouvintes e continuamos a utilizar o texto do ensaio passado.. Dei maior importância ao "ouvinte que está dentro da cena e que conhece a história", pois é o papel que os atores e atrizes desempenharão na encenação, nos momentos em que outro colega estiver narrando. Aliás, tenho falando sobre isso desde o primeiro ensaio, para que essa ideia fique bem clara para todos: "são quatro narradores que conhecem a mesma história e que querem, juntos, compartilha-la com os espectadores". Introduzi ainda a possibilidade de narrar trechos em primeira pessoa e fazer comentários demonstrativos de opiniões/juízos sobre o que está sendo narrado, cujas experimentações trouxeram bons resultados no que se refere à "entrega" dos atores e atrizes para a cena.
Demos também mais um passo no trabalho com o prólogo, iniciando a construção das partituras vocais de cada um.

Ensaio 3


Planejamento:
ENSAIO 3
08/09
1
Aquecimento/preparação vocal/corporal (25 min.)
2
Criação do prólogo (25 min.)
2.1
Retomar movimentos criados no ensaio anterior.
2.2
Criar restante da partitura de movimentos.
3
Exercícios ator-rapsodo (60 min.)
3.1
Cada ator lê o texto e o conta aos demais com suas próprias palavras, realizando gestos naturais. (Tentar seduzir os espectadores com a história.)
OBS.: A atitude narrativa pressupõe um certo corpo e uma certa voz, observáveis pelo uso de uma qualidade que sugere a autoridade de quem sabe. Deve-se evitar, porém, uma ênfase excessiva nessa postura, pelo risco de um didatismo indesejado. Preferimos nos reportar à imagem do sábio que reúne seus ouvintes ao redor da fogueira. Não há imposição, há partilhamento.
3.2
Introduzir um ator-ouvinte em cena, que já conhece a história, mas que reage gestualmente ao ouvi-la.
3.3
Repetir o exercício com “economia de gestos”.
3.4
Acrescentar alguém que faz comentários.
3.5
Revezamento de funções.
3.6
Mais de um em cada função... 1 narrador, 3 ouvintes, 2 de cada, etc. (Organizar revezamentos de tal modo que cada integrante do elenco possa se exercitar ao menos uma vez em cada função: narrador, ouvinte e comentador.)
3.7
Narração de trechos da história em 1ª pessoa.
3.8
1 narra e ouvintes reagem dançando.
3.9
Incluir gestos ilustrativos do personagem
3.10
Alternância: o narrador que se comove e o que não se comove com o drama da personagem.
3.11
Lançar trechos do texto para colega, emitindo um sentimento. O que recebe a frase joga um próximo texto para outro, mantendo o sentimento proposto pelo primeiro (que deve ser claro).
4
Avaliação e considerações finais (10 min.)
Considerações:
Mantivemos a mesma estrutura do ensaio anterior: Aquecimento - Prólogo - Narrações - Avaliação. 
O prólogo, que intitulei de "A Humanização das Máquinas", foi dividido em 7 momentos e a partitura de movimentos de cada ator e atriz foi criada a partir dos seguintes princípios pré-determinados por mim e que foram sendo propostos gradativamente.

Momento
Movimentos
1
Movimento mecânico/robótico de uma única parte do corpo. Resto do corpo tenso/inerte/rígido
2
Movimento de 2 partes do corpo (a que já estavam em movimento + outra). Resto do corpo tenso
3
Continuam os mesmos movimentos, mas se tornam mais amplos. O restante do corpo começa bem aos poucos a ficar menos rígido.
4
Continuam os mesmos movimentos. Inicia-se a locomoção, com os membros inferiores movendo-se também de forma robótica/mecânica. A rigidez do restante do corpo diminui mais um pouco.
5
Seguem os movimentos e a locomoção. O restante do corpo cada vez mais mole, distanciando-se cada vez mais do estado de rigidez atual.
6
A movimentação robótica/mecânica vai se desfazendo, transformando-se num movimento mais leve, mais humano, podendo inclusive adquirir um outro significado (p.e.: uma mão que antes levantava mecanicamente, apenas porque fora programada para fazer tal movimento, agora pode se transformar em um aceno).
7
A humanização das máquinas atinge o seu ápice. Os movimentos e a locomoção perderam toda a sua mecanicidade. Caminha-se levemente pelo espaço.
Na continuação das experimentações do teatro rapsódico, juntamos os itens "voz" e "locomoção", trabalhados nos ensaios anteriores, aos gestos, Para isso, utilizamos um novo texto, dessa vez num tom mais "jornalístico", contrastando com o tom fantasioso do primeiro texto. Alguns exercícios propostos no planejamento não chegaram a ser realizados, pois faltou-nos tempo, então decidi trabalhar com eles no ensaio seguinte.

"Turing acredita que as máquinas pensam

Turing vai para a cama com homens

Portanto as máquinas não podem pensar."