No dia 19 de outubro de 2014 aconteceu na Sala Carmen Biasóli a Segunda Mostra dos processos desenvolvido na disciplina de Encenação Teatral II do curso de Teatro-Licenciatura da UFPel.
Cada aluno-encenador teve 40 minutos para organizar seu cenário, apresentar um trecho do seu trabalho e conduzir uma conversa com os espectadores a respeito do trabalho mostrado.
Foram realizadas experimentações inicias com figurinos, sonorização, iluminação, etc.
"Máquinas Que Pensam, Que Amam E Que Comem Maçãs" foi o terceiro trabalho a ser apresentado. Mostramos o que fora criado/organizado até o momento: O Prólogo e os Capítulos I, II e III, com suas respectivas transições.
Como figurino, os atores e atrizes usaram uma regata de napa, tecido pouco maleável, utilizado com o propósito de reduzir as curvas do corpo, conferindo-lhe assim um aspecto mais "maquinal". Tais regatas foram propostas/criadas pela figurinista Gabriela Manso. Por baixo disso, foram usadas calças, camisetas e meias nas cores preto e branco.
Para o cenário, de Carina Brys, foram feitos dois painéis de papel pardo com equações, maçãs de papel e retratos de Alan Turing. Esses painéis foram colocados no fundo da cena, próximos a uma mesa, sobre a qual se colocou uma cesta com maçãs, e cadeiras que foram utilizadas ao longo dos capítulos.
Na sonorização, operada por Ariel Oliveira, utilizaram-se trechos das músicas do filme Branca de Neve e Os Sete Anões.
Não foi possível realizar um trabalho detalhado com a iluminação nessa mostra. Lucas Lage, que a operou, limitou-se a controlar a intensidade da luz geral, no momento inicial, final e nas transições entre os capítulos.
O público demonstrou-se um tanto tímido durante a conversa pós-mostra. Dos poucos que se pronunciaram, destacaram-se algumas sugestões/críticas:
- Em relação aos painéis, as equações foram consideradas simples demais, pensando-se na complexidade dos cálculos com que Turing lidava. Levantou-se também a possibilidade de usar tecido no lugar do papel.
- A caracterização das maquinas foi considerada insuficiente, pois os rostos dos atores/atrizes, por exemplo, estavam muito cotidianos.
- Sugeriu-se também uma maior exploração do caráter fantasioso de alguns dos capítulos, contribuindo para tornar o jogo cênico mais dinâmico.
A partir dos comentários do público e de outras coisas que eu e os demais membros da equipe percebemos durante a apresentação, o trabalho que agora teremos pela frente será o de "consertar"/mudar/melhorar aquilo que se mostrou "ruim" ou insuficiente, além de nos dedicarmos à organização dos próximos capítulos e fazer o possível para apresentar um bom resultado no dia 15 ou 16 de novembro, quando, a princípio, acontecerá a estreia dos trabalhos desenvolvidos na disciplina.




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