Planejamento:
ENSAIO
3
08/09
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1
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Aquecimento/preparação vocal/corporal (25 min.)
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2
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Criação do prólogo (25 min.)
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2.1
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Retomar
movimentos criados no ensaio anterior.
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2.2
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Criar
restante da partitura de movimentos.
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3
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Exercícios ator-rapsodo (60 min.)
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3.1
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Cada ator lê o
texto e o conta aos demais com suas próprias palavras, realizando gestos
naturais. (Tentar seduzir os espectadores com a história.)
OBS.: A atitude narrativa
pressupõe um certo corpo e uma certa voz, observáveis pelo uso de uma
qualidade que sugere a autoridade de quem sabe. Deve-se evitar, porém, uma
ênfase excessiva nessa postura, pelo risco de um didatismo indesejado.
Preferimos nos reportar à imagem do sábio que reúne seus ouvintes ao redor da
fogueira. Não há imposição, há partilhamento.
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3.2
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Introduzir um
ator-ouvinte em cena, que já conhece a história, mas que reage gestualmente
ao ouvi-la.
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3.3
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Repetir o exercício
com “economia de gestos”.
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3.4
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Acrescentar alguém
que faz comentários.
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3.5
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Revezamento de
funções.
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3.6
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Mais de um em cada
função... 1 narrador, 3 ouvintes, 2 de cada, etc. (Organizar revezamentos de
tal modo que cada integrante do elenco possa se exercitar ao menos uma vez em
cada função: narrador, ouvinte e comentador.)
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3.7
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Narração de trechos
da história em 1ª pessoa.
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3.8
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1 narra e ouvintes
reagem dançando.
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3.9
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Incluir gestos
ilustrativos do personagem
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3.10
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Alternância: o
narrador que se comove e o que não se comove com o drama da personagem.
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3.11
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Lançar trechos do
texto para colega, emitindo um sentimento. O que recebe a frase joga um
próximo texto para outro, mantendo o sentimento proposto pelo primeiro (que
deve ser claro).
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4
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Avaliação e considerações finais (10 min.)
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Considerações:
Mantivemos a mesma estrutura do ensaio anterior: Aquecimento - Prólogo - Narrações - Avaliação.
O prólogo, que intitulei de "A Humanização das Máquinas", foi dividido em 7 momentos e a partitura de movimentos de cada ator e atriz foi criada a partir dos seguintes princípios pré-determinados por mim e que foram sendo propostos gradativamente.
Momento
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Movimentos
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1
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Movimento
mecânico/robótico de uma única parte do corpo. Resto do corpo tenso/inerte/rígido
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2
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Movimento
de 2 partes do corpo (a que já estavam em movimento + outra). Resto do corpo
tenso
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3
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Continuam
os mesmos movimentos, mas se tornam mais amplos. O restante do corpo começa
bem aos poucos a ficar menos rígido.
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4
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Continuam
os mesmos movimentos. Inicia-se a locomoção, com os membros inferiores
movendo-se também de forma robótica/mecânica. A rigidez do restante do corpo
diminui mais um pouco.
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5
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Seguem
os movimentos e a locomoção. O restante do corpo cada vez mais mole,
distanciando-se cada vez mais do estado de rigidez atual.
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6
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A
movimentação robótica/mecânica vai se desfazendo, transformando-se num
movimento mais leve, mais humano, podendo inclusive adquirir um outro
significado (p.e.: uma mão que antes levantava mecanicamente, apenas porque
fora programada para fazer tal movimento, agora pode se transformar em um
aceno).
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7
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A
humanização das máquinas atinge o seu ápice. Os movimentos e a locomoção
perderam toda a sua mecanicidade. Caminha-se levemente pelo espaço.
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Na continuação das experimentações do teatro rapsódico, juntamos os itens "voz" e "locomoção", trabalhados nos ensaios anteriores, aos gestos, Para isso, utilizamos um novo texto, dessa vez num tom mais "jornalístico", contrastando com o tom fantasioso do primeiro texto. Alguns exercícios propostos no planejamento não chegaram a ser realizados, pois faltou-nos tempo, então decidi trabalhar com eles no ensaio seguinte.



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