Planejamento:
ENSAIO
6
19/09
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1
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Aquecimento/preparação vocal/corporal
(25 min.)
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2
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Trabalho com o prólogo (15 min.)
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2.1
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Retomar
material criado, fazendo ajustes caso necessário.
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3
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Organizar/partiturizar Cena 1 (60
min.)
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3.1
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Propor
variações/ajustes a partir do que os atores e atrizes forem apresentando.
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3.2
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Repetir
tudo para fixar.
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4
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Avaliação e Considerações finais (5 min.)
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Considerações:
O sexto ensaio teve como objetivo principal organizar o que seria mostrado na 1ª Mostra de Processos da disciplina, a partir de tudo o que havíamos experimentado nos 5 ensaios anteriores.
Propus algumas alterações no prólogo, simplificando a ideia dos "7 momentos" que eu havia pensado inicialmente. Porém, ainda penso em ainda acrescentar ao prólogo ao menos alguns trechos dos textos da proposta inicial, alguns deles retirados de escritos do próprio Turing:
GENGISCAN
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EVELIN
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RAISSA
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JARDEL
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Testando
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Atenção
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Reiniciando
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Deletar
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Imprimir relatório
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Falha no sistema
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Instalação concluída
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Analisando dados
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A restauração do sistema
foi realizada com sucesso
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Será necessária a
instalação de um novo complemento
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Clique para redefinir
senha
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Os dispositivos serão
reconfigurados
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Imaginemos as operações
realizadas pelo computador sendo decompostas em “operações simples”
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Podemos comparar um homem
no processo de computar um número real com uma máquina capaz apenas de um
número finito de condições
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O comportamento do
computador em qualquer momento é determinado pelos símbolos que está
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Em cada momento há apenas
um quadrado que está “na máquina”.
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Imaginemos as operações
realizadas pelo computador sendo decompostas em “operações simples”, tão
elementares que não é fácil imaginá-las sendo ainda mais subdivididas.
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Podemos comparar um homem
no processo de computar um número real com uma máquina capaz apenas de um
número finito de condições ... as quais serão denominadas configurações m.
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O comportamento do
computador em qualquer momento é determinado pelos símbolos que está
observando e por seu “estado mental” naquele momento.
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Em cada momento há apenas
um quadrado que está “na máquina”. O símbolo no quadrado examinado pode ser
chamado “símbolo examinado”.
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Imaginemos as operações
realizadas pelo computador sendo decompostas em “operações simples”, tão
elementares que não é fácil imaginá-las sendo ainda mais subdivididas. Cada
operação destas consiste em alguma mudança no sistema físico que consiste no
computado e sua fita.
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Podemos comparar um homem
no processo de computar um número real com uma máquina capaz apenas de um
número finito de condições ... as quais serão denominadas configurações m. A
máquina dispõe de uma “fita” (o análogo do papel) que a atravessa, dividida
em seções (chamadas “quadrados”), sendo cada uma capaz de portar um
“símbolo”.
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O comportamento do
computador em qualquer momento é determinado pelos símbolos que está
observando e por seu “estado mental” naquele momento. Podemos supor que haja
um limite B para o número de símbolos ou quadrados que o computador pode
observar a cada momento.
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Em cada momento há apenas
um quadrado que está “na máquina”. O símbolo no quadrado examinado pode ser
chamado “símbolo examinado”. O “símbolo examinado é o único do qual a máquina
está, por assim dizer, “diretamente consciente”.
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Experimentamos uma partiturização inicial da 1ª cena propriamente narrativa, pensando em diferentes situações / gestualidades / deslocamentos para cada momento. Muitas coisas ainda precisarão ser resolvidas nessa partitura, a fim de garantir a fluência desejada na narração e na cena como um todo e evitar situações em que os atores ou atrizes ficam sem ter ou sem saber o que fazer.



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